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Entrevista Ouro Preto, revista ouropretocultural

Nesta coluna você encontra entrevistas com pessoas importantes para a nossa cidade.

Gabriel Tropia: apaixonado por Ouro Preto e há cinco décadas agradando os paladares de ouro-pretanos e turistas no restaurante Casa do Ouvidor

Gabriel Nahim Tropia, 70 anos, nasceu em Ouro Preto. Há 50 anos, sua família está ligada ao comércio na cidade. Seu pai, Vicente Tropia, era professor da Escola de Farmácia. Estudou no Colégio Arquidiocesano e, posteriormente, na Escola Técnica de Máquinas e Motores, em Belo Horizonte, já que sempre foi um apaixonado por automóveis e motores. Mas, com descendência árabe, a vontade de empreender sempre esteve na veia da família. Participou do Rotary por 40 anos. Atualmente, é coordenador do Núcleo de Parceiros da ADOP e dono do restaurante Casa do Ouvidor, fundado em Ouro Preto, em 1972, em um casarão no Lajes e em 1984 passa a funcionar na Rua Direita, onde permanece até hoje e que completa, neste mês de junho, 50 anos de fundação.

Gabriel Gobbi – Legítimo e competente

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Gabriel Gobbi é natural de Ouro Preto. De família tradicional e religiosa, é sobrinho do saudoso Padre Simões. Possui currículo extenso, já que atuou em diversos cargos públicos em Ouro Preto, contribuindo para o crescimento e manutenção do patrimônio histórico da cidade. Técnico em Mineração pela Escola Técnica Federal de Ouro Preto (ETFOP), formou-se engenheiro Civil na UFMG e advogado pela Faculdade de Direito Milton Campos. Pós-graduado em Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE/MG) e Administração Financeira (UNACPRM/BH). Foi chefe do Departamento de Obras, Assessor de Planejamento e Coordenação e Presidente das Comissões Especiais de Elaboração do 1° Plano Diretor, Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo e Planta de Valores na Prefeitura Municipal de Nova Lima (1978 a 1981); chefe do Patrimônio Imobiliário na Mineração Morro Velho (atual AngloGold Ashanti), de 1982 a 1993; membro fundador e primeiro Vice-Presidente da Comissão OAB Jovem de Minas Gerais, em 1997; coordenador do Programa MONUMENTA/MinC de Ouro Preto em 2001 e 2005). Atuou ainda como secretário Municipal de Patrimônio e Desenvolvimento Urbano, Presidente do COMPATRI (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural de Ouro Preto) em 2006 e 2007 e Presidente do COMPURB (Conselho Municipal de Política Urbana) na Prefeitura Municipal de Ouro Preto/MG de 2005 a 2012. […]

Jarbas Avellar, o Grande Hotel e Ouro Preto

Entrevista com Jarbas AvellarJarbas Eustáquio Avellar nasceu em Santo Antônio do Amparo (MG), morou durante sua adolescência em Lagoa Formosa que, na época, era o município de Patos de Minas. Seu pai era agricultor e sua família era toda ligada à fazenda. Até que veio para Ouro Preto cursar Metalurgia na Escola Técnica, atual IFMG. Ainda como aluno, foi convidado para ser professor de Matemática, pelo professor José Benedito Neves, na mesma escola. Ainda na ETFOP, criou o curso pré-técnico que preparava alunos para ingressar na instituição. Posteriormente, entrou para Escola de Minas para cursar Engenharia Civil, mas continuou dando aulas na Escola Técnica. Em 1969 adquiriu, ainda como estudante da Escola de Minas, uma empresa de ônibus, a Coletivos Cristo Rei e deixou o cargo de professor para se dedicar a essa empresa. Depois de formado, a Coletivos Cristo Rei acabou sendo sua principal atividade até 2000, ano em que transferiu o remanescente da empresa para os dois filhos, Danilo e Fabiano. Passou a atuar no ramo de hotelaria, quando adquiriu o Grande Hotel, por meio de uma licitação. […]

Rodrigo Toffolo e a Orquestra Ouro Preto

Entrevista com Rodrigo ToffoloDoutorando em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Musicologia pelo Departamento de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo estudou regência com o Maestro e Compositor Ernani Aguiar – um dos principais compositores brasileiros em atuação e também um dos grandes pesquisadores de música brasileira. Rodrigo Toffolo é ouro-pretano, com família, em sua grande maioria, de engenheiros e professores. Seu avô, que era um grande amante de ópera, levou para dentro da sua casa uma vivência musical. […]

José Alberto Pinheiro: engenheiro

Foto de José Alberto PinheiroNatural de Ouro Preto, José Alberto Pinheiro nasceu em 1941, mas tem raízes nordestinas, já que a família do seu pai era do Ceará e da mãe, oriunda de Pernambuco. Formou-se em Engenharia de Minas, Metalurgia e Civil na Escola de Minas, além de fazer cursos de especialização, principalmente na área de restauração e conservação de monumentos. O interesse pela área pode ter alguma influência familiar: o pai, avô, e vários tios também eram engenheiros. Inclusive, seu pai, Antônio Pinheiro Filho, criou a primeira Escola de Engenharia do Ceará, em 1956 e ainda foi o primeiro reitor da UFOP. José Alberto trabalhou no Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e ao mesmo tempo, iniciou como professor de desenho arquitetônico na Escola de Minas. Viajou pelo Brasil e fez inúmeras restaurações, como o Banco do Brasil, em Diamantina. No início da década de 70, participou da restauração da Casa dos Contos. Na mesma época, fez também a primeira restauração da Casa de Gonzaga, ambos em Ouro Preto. Paralelamente a esses trabalhos, continuou dando aulas. Passou pelo Patrimônio Histórico Artístico Municipal, pela reitoria da UFOP, e pela Secretaria de Obras de Itabirito. Atuou ainda como secretário de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto. […]

Conservação também é vivência

Entrevista com Rodrigo Meninconi
Rodrigo Otavio De Marco Meniconi é graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Escola de Arquitetura da UFMG (1980), especialista em Restauração pela Scuola di Perfezionamento per lo Studio ed il Restauro dei Monumenti pela Università di Roma (1984), e mestre em Arquitetura pela Escola de Arquitetura da UFMG (1999). Além da experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Conservação e Restauração de Monumentos, foi professor de graduação em Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas, de Gestão do Patrimônio Cultural, no curso de Especialização em Planejamento Ambiental Urbano da PUC Minas, e de História da Arquitetura e do Urbanismo e de Projeto no Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Hoje, Rodrigo Meniconi atua como professor do curso superior de Tecnologia de Conservação e Restauro do Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Ouro Preto.

Um violeiro toca pra gente sonhar

Estórias de Vicente GomesVicente de Paula Gomes, 64 anos, é ouro-pretano e respira música desde cedo, já que toda sua família era do meio musical. Acompanhava as serestas que aconteciam na sua casa, em frente à igreja do Rosário, rodeado de instrumentos, como violão, cavaquinho e pandeiro. Da sua janela via os grupos de Congado e Folia de Reis que ali passavam. Assim, Vicente cresceu na música, e aprendeu a tocar cedo. Fez parte de três grandes grupos: Malungos, Turismo Samba Show e o saudoso Viola de Folia, que fazia homenagem às Folias de Reis e Congados. Formado em Artes Cênicas e Técnico em Iluminação e Sonorização Teatral, começou a trabalhar no Teatro Municipal de Ouro Preto, antiga Casa da Ópera, em 1975, onde aprendeu muito com grandes músicos que se apresentavam no local. Sempre ligado à música e não poderia ser diferente, conheceu sua esposa, Maria da Conceição, em um baile. […]

A arte não tem aposentadoria

Entrevista Carlos BracherPintor, desenhista, escultor, gravador e escritor. Carlos Bernardo Bracher, de 77 anos, nasceu em Juiz de Fora, onde frequentou a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras. Em Belo Horizonte, estudou na Universidade Federal de Minas Gerais, em que foi aluno da artista plástica Fayga Ostrower. Aprendeu técnicas de mural e de mosaico na Escola Municipal de Belas Artes. Recebeu o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) do Rio de Janeiro e foi morar na Europa por dois anos, estudando pintura e expondo em galerias de artes. Assim que voltou para o Brasil, veio morar em Ouro Preto, no carnaval de 1971. Está há 46 anos na cidade que, segundo ele, foi fundamental para sua existência, onde realizou cerca de 80% do seu trabalho. É casado com Fanni Bracher, que também é artista, há 49 anos. Tem duas filhas, a jornalista Blima Bracher, e a atriz, Larissa Bracher. […]

O Turismo como fonte de recursos

Felipe Guerra - Secretário de Turismo de Ouro PretoO Secretário de Turismo, Indústria e Comércio de Ouro Preto, Felipe Vecchia Guerra, de 35 anos, nasceu em Ouro Preto e sempre esteve envolvido com a atividade turística. É formado na segunda turma de Turismo pela Universidade Federal de Ouro Preto. Dentro da UFOP, foi presidente do DCE. Assim teve início sua trajetória política, mas ele imaginava que terminaria no meio acadêmico. Após formado, abriu empresas no ramo turístico. Além disso, assumiu a presidência do Conselho Municipal de Turismo. Latente o desejo de mudanças, recebeu, em 2015, um convite para assumir a Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio. Nunca havia se filiado a partido político. Motivado pelo pedido do trade turístico de Ouro Preto e por acreditar que a cidade precisava de mais cargos técnicos em áreas importantes da Prefeitura, aceitou o convite. Felipe foi o primeiro turismólogo a estar à frente da Pasta. Ficou no cargo por um curto período. Devido a conjuntura política na época, preferiu se afastar.  […]

Dimas Guedes: a fotografia como escolha

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Dimas Guedes, 69 anos, é mineiro de Guaraciaba. Veio para Ouro Preto em 1962. Estudou na Escola Técnica (atual IFMG) e depois fez geologia na Escola de Minas, onde lecionou até 1995. Durante 10 anos (1979-1989) trabalhou no Instituto do Patrimônio Artístico Nacional (Iphan). Dedica-se hoje à fotografia, com especial interesse pelas áreas de ensino e fotografia documental. Realizou 8 exposições individuais. Publicou os seguintes livros: Ouro Preto-Contemplações (2004); Mãos de Mariana (2006) e Homem Trabalho (2008). É casado com Cláudia Dumans Guedes há 41 anos. Dessa relação nasceram André, Pedro e Joao. Dimas nos conta nesta entrevista, como foi sua chegada a Ouro Preto e à República Necrotério, sua passagem pelo Iphan e a paixão pela fotografia.

ROC Entrevista Quelé

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Osmar Alves de Oliveira Júnior, o Quelé, 77 anos, nasceu do interior de São Paulo, na divisa com Mato Grosso do Sul, numa cidadezinha chamada Guaraçaí. Quando tinha pouco mais de 1 ano, seu pai, que era de Minas Gerais, resolveu voltar para o seu estado, já que só estava em Guaraçaí para trabalhar na construção da estrada de ferro Brasil x Bolívia. Foi embora com a esposa morar em Raposos (MG). Próximo dali, moravam seus avós, em Matosinhos. Quelé gostava também de passar algum tempo com eles. Lá ele fez o primário. O ginásio, cursou em Nova Lima. Até ali, sua vida resumia apenas em jogar futebol, só queria saber disso. Até que seus pais resolveram que ele teria que mudar de ambiente e o mandaram para estudar e se aventurar em Ouro Preto em 1956. Aqui ele se tornou engenheiro pela Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto, ator, marido, pai, avô, pintor e canteiro. Quelé é tudo isso: um homem de Exatas, apaixonado pela Ciências Humanas.

 

Fórum das Letras faz homenagem a Carlos Drummond de Andrade


Guiomar de Grammont
Guiomar de Grammont é escritora, doutora em Literatura Brasileira pela USP, com estágio na EHESS de Paris, onde lecionou como professora visitante. Foi diretora do Instituto de Filosofia Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto, onde leciona desde 1994. Criou e coordena o Fórum das Letras de Ouro Preto. Foi curadora nas Bienais do Livro do Rio de Janeiro, Minas e Bahia. Organizou também eventos no exterior, como o Letras em Lisboa, a parte brasileira do Salão do Livro Latinoamericano de Paris e – cedida para o Ministério da Cultura por um breve período – a homenagem ao Brasil na Feira Internacional de Livros de Bogotá. Premiada com a Bolsa Vitae e o Casa de las Américas, publicou diversos livros, entre eles, Aleijadinho e o Aeroplano: paraíso barroco e a construção do herói colonial; Don Juan, Fausto e o Judeu Errante em Kierkegaard e Sudário (contos, prêmio Casa de las Americas). Em 20014, deixou a editoria executiva de ficção nacional que exerceu na Editora Record por um ano e oito meses, para se dedicar à sua própria literatura.

Aluísio Drummond | Mãos que abrem sorrisos em Ouro Preto

Aluísio Drummond, Ouro Preto

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“Aluísio Fortes de Drummond é uma figura humana rara e incomum. Possui acurado ‘sentimento do mundo’, das grandezas e mazelas humanas e suas instituições. Alma generosa, aguçada pela consciência de que é possível mudar o mundo e a vida, tem na solidariedade sua maneira de expressar sua indignação para com as injustiças e desigualdades”. Foi assim que o jornalista Mauro Werkema definiu com belas palavras, o dentista Aluísio Drummond no livro Fundação Sorria 25 anos, lançado em 2015. Nesta entrevista, ele conta como foi o início deste sonho, as dificuldades, e o que planeja para o seu futuro.

Mauro Werkema e sua ligação com Ouro Preto

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Mauro Werkema é belo-horizontino e cidadão honorário de Ouro Preto. Jornalista, psicólogo e administrador. Como jornalista, trabalhou em vários veículos de comunicação, entre eles a TV Globo e Estado de Minas, onde foi editor-chefe. Na área de Comunicação Empresarial, trabalhou no Instituto de Desenvolvimento Industrial de MG, BDMG e COPASA. Integrou a equipe fundadora da Secretaria de Estado da Cultura, foi diretor em Ouro Preto e em Minas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Foi secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, duas vezes presidente da Belotur e, por três vezes, presidente da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Coordenou a elaboração do Plano Diretor de Turismo de Minas Gerais. Presidiu a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Publicou o livro
História, arte e sonho na formação de Minas Gerais e participou  de várias publicações como Celio de Castro-Trajetória, Ouro Preto – Olhar Poético, Aleijadinho-200 Anos, Ouro Preto Museus, Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais-70 Anos, A História da Escola de Minas, Igrejas e Capelas entre outros. Atualmente está trabalhando em um livro sobre os protagonistas de Ouro Preto.

Rui Mourão e o Museu da Inconfidência

por Mauro Werkema


rui_moura-_mauro_werkema_ouro_pretoConhecido e respeitado por todo o setor cultural mineiro, o escritor Rui Mourão acaba de aposentar-se após dirigir, por 43 anos, o Museu da Inconfidência de Ouro Preto. Nesta entrevista, Rui fala de sua experiência e as dificuldades iniciais de sua gestão para recuperação e adequação do imponente prédio de Câmara e Cadeia de Ouro Preto e transformá-lo na importante instituição museológica que é nos nossos dias, recebendo público superior a 150 mil pessoas por ano. 

Revela as iniciativas destinadas, ao longo do tempo, a dar ao Museu concepção e organização museográficas compatíveis com sua missão e importância, a aquisição e expansão de acervos, biblioteca e oficinas de restauro e o desenvolvimento de setores essenciais às iniciativas de promoção e difusão cultural e educacional, que considera inerentes à missão da instituição museológica, como também a pesquisa e a Comunicação. 

O Museu da Inconfidência e o início de Deise Lustosa

Deise Lustosa, Museu da Inconfidência, Ouro PretoA

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Natural do Rio de Janeiro e residente em Ouro Preto, a arquiteta e urbanista Deise Lustosa tomou posse na direção do Museu da Inconfidência no dia 18 de setembro de 2017. Com um currículo extenso, Deise sempre esteve envolvida em trabalhos relacionados a conservação do patrimônio histórico. Para ter uma ideia, ela é arquiteta pela Faculdade Metodista Izabela Hendrix, especialista em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Foi sócio-proprietária da MD Arquitetura e Consultoria Ltda. e atuou em inúmeros projetos de conservação e restauração, com destaque para bens tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN/MINC) – dentro do Programa PAC das Cidades Históricas em Mariana (MG). Foi diretora administrativa do Museu do Oratório por 10 anos. Também participou da criação e implantação do Sistema de Museus de Ouro Preto e foi presidente e diretora da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e diretora de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA).

Annamélia Lopes | A artista da cartografia afetiva de Ouro Preto

Annamélia Lopes, Ouro Preto

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A artista-plástica e professora Anna Amélia Lopes de Oliveira nasceu em Nova Lima em 1936. Annamélia, como assina suas produções, mudou-se para Ouro Preto em 1964, com o marido, o pintor Nello Nuno, e os filhos, onde mora e trabalha até hoje. Graduou-se na primeira turma da Escola de Belas Artes da UFMG. Na área de gravura em metal estudou com o professor José Assunção Souza, no Festival de Inverno da UFMG em Ouro Preto e com o professor Glébio Maduro na Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP). Outros professores que participaram de sua formação: Álvaro Apocalipse, Haroldo Matos, Yara Tupinambá, Jefferson Lodi, Herculano Campos e Amílcar de Castro. Criou em 1970, juntamente com Nello Nuno, a Escola de Arte Rodrigo Mello Franco de Andrade incorporada pela FAOP. Em 1998 ganhou o título de “Cidadã Honorária de Ouro Preto”.

Nesta entrevista ela conta sobre o começo da carreira, a vinda para Ouro Preto, sua paixão pela cidade, a convivência com Nello Nuno e outras personalidades como Murilo Rubião.